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domingo, 21 de outubro de 2012

LIVROS INESQUECÍVEIS * Beatriz


Lembro que me encantei com o livro “ A Ilha Perdida”de Maria José Duprè  quando fiz nove anos de idade foi uma grande surpresa foi meu segundo livro, depois que aprendi a ler, fiquei horas pensando se ia gostar do livro, olhava a imagem na capa e devagar fui abrindo a página como se tivesse medo de ver o que tinha ali. Achei que era livro para meninos, pois na capa eram dois e aos poucos fui descobrindo como viajar por entre as páginas .
Partindo da realidade sócio cultural dos educandos em relação ao processo ensino e aprendizagem, verificamos que é necessário repensarmos na educação do futuro como formação do conhecimento e não apenas como informação.
Despertar o prazer pela leitura através de diversas fontes(visuais,tecnológicas);
_ Contribuir para a reflexão crítica no processo de socialização(mundo globalizado);
_ Potencializar o processo de leitura com relação a educação e multimídias;
_ Transformar a simples informação em interesse pelo conhecimento, formando cidadãos preparados para a ciência tecnológica.


Referência Bibliografica
ARAÚJO, João Batista, OLIVEIRA.Tecnologia Educacional:teorias da educação.
SANTOS, Edmeia, ALVES,Elynn,Praticas pedagogicas e tecnologias digitais.
SAMPAIO,Ines Silva, CAVALCANTE, Andreia,ALCANTARA Alessandra, Midia de chocolate – Estudos sobre a relação infância,adolescência e comunicação .

A LEITURA NA MATEMÁTICA * Sueli

Apesar de ser professora de matemática,  sempre gostei muito de ler e com o seu relato me fez recordar o meu tempo de ensino médio onde tive uma professora de literatura que me fez ficar ainda mais encantada pelo gosto da leitura. Pode ter certeza que assim como ela fez diferença no meu gosto pela leitura você também fará na vida de seus alunos.
Acredito que nada detém o conhecimento por meio da leitura. Lendo as experiências narradas por meus amigos vejo que a minha não é muito diferente. Nos primeiros anos escolares a curiosidade de aprender ler e escrever era indescritível; porém quando isso aconteceu foi como se uma porta mágica estivesse abrindo à minha frente.  Não via a hora em que o professor de português iria pedir que lêssemos os clássicos da coleção vagalume: " A ilha perdida de Maria José Dupré; A turma da rua quinze de Marçal Aquino ; O caso da borboleta Atíria de Lúcia Machado de Almeida; dentre outros que marcou minha infância. Foi através destas leituras que me fizeram ser consumidora constante de livros e me deram a oportunidade de saber escolher novas obras.
                         Sueli

LEMBRANÇAS DA INFÂNCIA * Viviane

Lendo os depoimentos de meus colegas iniciei uma viagem em minhas lembranças de infância, daquela época em que se brincava muito. Brincava de cirquinho, casinha, teatrinho, escolinha, inventava muitas historinhas com meus coleguinhas de escola e de vizinhança. Adorava jogos e passatempos, e claro, os livrinhos: de historinha, de pintar, ligar pontos e recortar... Minha mãe foi professora de 1ª a 4ª série de escola rural, aquelas em que na mesma sala tinham duas séries, sempre foi apaixonada por ensinar, dona de uma paciência incrível e nunca mediu esforços para desenvolver seu trabalho de seduzir aquelas crianças da roça para o mundo da leitura e escrita. Eu adorava ouvir as historinhas que ela contava todas as noites, conforme ia ouvindo,criava os cenários em minha imaginação, tinham as minhas favoritas, a qual sempre pedia para repetir. A do “Macaquinho do rabinho comprido” e a da “Lebrinha desobediente” não esqueço  nunca, também as contei as minhas filhas quando eram pequenas. A maioria das historinhas que minha mãe contava tinha uma mensagem, reflexão. Ao final de cada historinha, como já estava deitada para dormir ela dizia “e quem não levantar nasce três bóias”, não sei o que isso significava, mas morria de rir e levantava o bumbum da cama. Talvez por tudo isso eu tenha me tornado um adulto  que gosta de ler, imaginar e refletir sobre o que leio.
                                               Viviane